OSTEOPOROSE


Informe Científico: OSTEOPOROSE

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Alguns Ensaios Laboratoriais contribuem em muito no suporte Diagnóstico e Planejamento Terapêutico da Osteoporose. Rotineiramente são indicados: Hemograma, VHS, Eletroforese de Proteínas, Provas de Função Renal, dosagens de Cálcio e Fósforo, Fosfatase Alcalina e Calciúria de 24 horas, neste último, verifica-se o nível de cálcio endógeno excretado, diretamente relacionado ao aparecimento da osteoporose.

A dosagem laboratorial dos Marcadores de Formação e Reabsorção Óssea, assim como a Densitometria Óssea também fazem parte deste arsenal tecnológico no suporte médico.

O Laboratório Santo Antônio, buscando auxiliar o médico no assertivo diagnóstico e conduta terapêutica desta patologia, tem se aprimorado na implantação de novos ensaios ou de novas metodologias que conferem maior sensibilidade e acurácia nos resultados obtidos.

Para os marcadores de formação óssea, dosamos a fração específica da fosfatase alcalina, a Fosfatase Alcalina Óssea. Na fosfatase alcalina total estão incluídas fosfatases produzidas nos rins, fígado, intestino e ossos, o que podem comprometer a fidelidade do resultado que buscamos.

Para verificar a atividade osteoblástica, fazemos a análise da Osteocalcina, e dosamos o Pró-Colágeno tipo I C-Terminal Peptídeo (PICP) para avaliação do colágeno presente nos ossos, utilizando metodologias de ponta no mercado internacional.

Analisamos também Marcadores de Reabsorção Óssea, como a Hidroxiprolina, produto da degradação do colágeno, Piridinolina e Desoxipiridinolina, indicadoras do catabolismo ósseo e o Ntx, que corresponde às porções de colágeno na circulação liberados pela atividade dos osteoclastos.

Algumas dosagens como da 25 OH vitamina D e 1,25 diOH Vitamina D, realizados rotineiramente, sofreram um upgrade em seus processos, a fim de prover um complemento especial no que diz respeito às inovações técnicas e com toda qualidade e segurança que sempre fizeram parte de nosso mote de serviços.

Atenção especial também deve ser dada a Osteoporose secundária / tipo II, relacionada ao envelhecimento e deficiência crônica de cálcio, aumento da atividade do paratormônio (PTH) e diminuição da formação óssea. A osteoporose secundária é decorrente de processos inflamatórios, como a artrite reumatóide; alterações endócrinas, como hipertireoidismo e desordens adrenais; mieloma múltiplo; por desuso; por uso de drogas como heparina, álcool, vitamina A e corticóides.

O acompanhamento Clínico – Laboratorial contíguo destes fatores desencadeadores, se apresenta como excelente forma de prevenção e controle da Osteoporose senil.

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